Para que serve um fundo de emergência?
É dinheiro de parte para o que não está no orçamento: uma perda de emprego, uma avaria no carro, uma despesa de saúde. Sem ele, um imprevisto vira crédito pessoal ou cartão de crédito, com juros que facilmente passam dos 15% ao ano.
Quantos meses devo ter?
A referência habitual é entre 3 e 6 meses de despesas essenciais. Faz sentido ter mais se o teu rendimento é variável, se trabalhas por conta própria, se tens um contrato a termo ou se tens pessoas a cargo.
Perguntas frequentes
Onde devo guardar o fundo de emergência?
Num sítio seguro e acessível em poucos dias: conta poupança, depósito a prazo com mobilização antecipada ou certificados de aforro. Não em ações ou cripto, que podem estar em baixa precisamente quando precisas.
Devo amortizar dívidas ou criar primeiro o fundo de emergência?
Um fundo mínimo (um ou dois meses) vem primeiro, para não teres de recorrer a crédito caro num imprevisto. Depois, dívidas com juros altos, como cartões de crédito, costumam ser a prioridade.
O que conta como despesa essencial?
O que terias de continuar a pagar se perdesses o rendimento amanhã: casa, alimentação, contas, transportes, seguros, saúde e prestações de crédito.