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Fundo de emergência

Quanto dinheiro deves ter de parte para aguentar uma perda de rendimento ou uma despesa inesperada? Depende das tuas despesas e de quão estável é o que ganhas.

Preenche

Dependentes
Estabilidade do rendimento

Fundo de emergência

Reserva recomendada

4 200 € – 8 400 €

3 a 6 meses de 1 400 € em despesas essenciais

É uma estimativa, não uma regra. Partimos de 3 a 6 meses e acrescentamos margem para contratos a termo, trabalho independente, rendimento variável e dependentes.

Para que serve um fundo de emergência?

É dinheiro de parte para o que não está no orçamento: uma perda de emprego, uma avaria no carro, uma despesa de saúde. Sem ele, um imprevisto vira crédito pessoal ou cartão de crédito, com juros que facilmente passam dos 15% ao ano.

Quantos meses devo ter?

A referência habitual é entre 3 e 6 meses de despesas essenciais. Faz sentido ter mais se o teu rendimento é variável, se trabalhas por conta própria, se tens um contrato a termo ou se tens pessoas a cargo.

Perguntas frequentes

Onde devo guardar o fundo de emergência?

Num sítio seguro e acessível em poucos dias: conta poupança, depósito a prazo com mobilização antecipada ou certificados de aforro. Não em ações ou cripto, que podem estar em baixa precisamente quando precisas.

Devo amortizar dívidas ou criar primeiro o fundo de emergência?

Um fundo mínimo (um ou dois meses) vem primeiro, para não teres de recorrer a crédito caro num imprevisto. Depois, dívidas com juros altos, como cartões de crédito, costumam ser a prioridade.

O que conta como despesa essencial?

O que terias de continuar a pagar se perdesses o rendimento amanhã: casa, alimentação, contas, transportes, seguros, saúde e prestações de crédito.